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3 Erros do INSS que vão diminuir o valor da sua Aposentadoria!

Você trabalhou por longos anos e chega a tão sonhada hora de fazer o pedido da Aposentadoria, descansar, curtir a família, viajar. Nesse momento você espera um bom valor de Aposentadoria, mas para sua ingrata surpresa o valor que receberá mensalmente está bem abaixo do que imaginava. Saiba que na hora do cálculo da Aposentadoria, o INSS pode errar e isso diminui o valor que você realmente deveria receber, então vamos ver quais são os 3 erros mais comuns!?


1° ERRO: VOCÊ TRABALHAVA EM MAIS DE UM EMPREGO, E O INSS CALCULOU A RENDA INICIAL DE FORMA ERRADA.


Um erro muito comum cometido pelo INSS na hora de fazer o cálculo do segurado que trabalha em mais de um emprego, mas sendo a mesma atividade, é não somar as contribuições, por exemplo: 2 empregos de professor. Ou quando são atividades diferentes, errar na formula do cálculo, aplicando fator previdenciário para atividade secundária, quando a lei não falava nessa aplicação. Sabemos que o fato previdenciário reduzia o valor de forma considerável.


A partir da MP 871 de 18 de janeiro de 2019 convertida na lei 13.846/19, , o INSS deve somar os salários de contribuições das duas atividades para quem trabalhava em atividades concomitantes, mesmo sendo diferentes. Pode acontecer, que mesmo assim o INSS faça o cálculo conforme a regra antiga, de forma errada.

2° ERRO: NÃO CONSIDERAR A ATIVIDADE COMO ESPECIAL


Você pode ter trabalhado em uma atividade considerada especial, por exemplo: exposto ao ruído, trabalho com produtos químicos, entre outras atividades. E você tem toda documentação que comprova, apesar disso, o INSS concede a Aposentadoria, mas não reconhece o tempo como especial, você fica feliz por está Aposentado, mas triste pelo valor e nem percebe que o INSS não considerou aquele seu tempo como especial, que convertendo para tempo comum, daria para você fugir do temido fator previdenciário (antes da reforma) ou melhoraria o seu cálculo após a reforma.

Pode acontecer, que mesmo tendo toda documentação que comprove que a atividade era especial, por algum motivo o INSS não reconhecer, então é importante ficar atento ao seu processo administrativo quando for concluído pelo INSS.

3° ERRO: NÃO USAR O VALOR DE AUXÍLIO-ACIDENTE COMO SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO.


O benefício de auxílio-acidente é garantido ao trabalhador que ficou com sequelas que reduziram a sua capacidade laborativa.


A lei garante que o valor do auxílio-acidente seja somado ao seu salário de contribuição para fins de cálculo da Aposentadoria. Pode acontecer de o INSS errar e não considerar o valor do auxílio-acidente, isso pode interferir no cálculo, pois, um valor a mais pode fazer diferenças na renda.


E O QUE FAZER DIANTE DESSES ERROS?

Você deve com cautela observar a carta de concessão, nela virá o cálculo do valor da Aposentadoria, se você achar que tem algum erro, é recomendável que consulte um Advogado especialista de sua confiança para analisar. Sendo constatado o erro, pode ser feita uma revisão, observando o prazo de 10 Anos (Há discussões acerca da ampliação desse prazo). Algumas revisões devem ser pedidas primeiramente no INSS e em outros casos você pode ir diretamente a justiça.

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"A advocacia previdenciária ela vai além do direito, pois, não se trata apenas de um benefício, mas sim da realização de um sonho. Quantos clientes dependem daquele benefício para sobreviver, quantos clientes trabalham a "vida toda" e sonham com a aposentadoria. É muito gratificante buscar a concessão de um benefício, mais gratificante ainda é fazer parte da realização de um sonho. Pois, o direito previdenciário é mais que um benefício, é um sonho. "